A evolução da tecnologia na fabricação de papéis

A evolução da tecnologia na fabricação de papéis
A evolução da tecnologia na fabricação de papéis

Como surgiu o papel:

A maioria dos historiadores concorda em atribuir a Cai Luan (ou Tsai Luan) da China a primazia de ter feito papel por meio da polpação de redes de pesca e trapos, e mais tarde usando fibras vegetais. Este processo consistia num cozimento forte das fibras, após o que eram batidas e esmagadas. A pasta obtida pela dispersão das fibras era depurada e a folha, formada sobre uma peneira feita de juncos delgados unidos entre si por seda ou crina, era fixada sobre uma armação de madeira. Conseguia-se formar a folha celulósica sobre este molde, mediante uma submersão do mesmo na tinta contendo a dispersão das fibras ou mediante o despejo da certa quantidade da dispersão sobre o molde ou peneira. Procedia-se a secagem da folha, comprimindo-a sobre a placa de material poroso ou deixando-a pendurada ao ar. Os espécimes que chegaram até os nossos dias provam que o papel feito pelos antigos chineses era de alta qualidade, o que permite, até mesmo, compará-los ao papel feito atualmente.

A evolução da tecnologia na fabricação de papéis

Início da utilização da madeira com matéria prima:

O primeiro a sugerir o uso da madeira para a fabricação de papel foi o naturalista e físico francês René-Antoine Ferchault de Réaumur, em 1719. Singularmente, Réaumur o fez pela observação do material de ninhos de vespas, que para isso usavam filamentos lenhosos e produziam um material com a aparência de uma folha de papel.

Atualmente, os papéis feitos de fibras de algodão são usados em trabalhos de restauração, de arte e artes gráficas, tal como o desenho e a gravura, que exigem um suporte de alta qualidade.

A evolução da tecnologia na fabricação de papéis

Evolução da tecnologia no processo de fabricação:

A indústria de papel e celulose passou por períodos de crescimento, maturação e declínio em diferentes segmentos, tecnologias e utilização de matérias-primas durante os últimos 200 anos. Ainda que inovações como o início da produção mecânica de papel ou a introdução da fibra da madeira na qualidade de matéria-prima tenham criado oportunidades revolucionárias de negócios, passaram-se décadas até que essas inovações importantes fossem implementadas.

Atualmente, encontramos os diferentes tipos de papel e suas inúmeras aplicações, como papel para impressão e escrita, papéis para embalagens, entre outros, existem também diferentes tipos de máquinas em operação cumprindo suas respectivas finalidades.

A principal mudança tecnológica na indústria papeleira ocorreu nos princípios do século XIX, com o surgimento da fabricação mecanizada de papel, foram quase cem anos para a fabricação mecanizada de papel derrubar a fabricação manual de papel (Munsell, 1980; Salzman, 1911; Spicer, 1907).

Conclusão:

Viver totalmente sem o papel é impossível, mas é possível utilizá-lo com consciência, repensando seus atos. Em plena Era Digital, o ideal é fazer uso de documentos, contas e faturas de forma digital, evitando imprimir os papéis ao máximo e ajudando o meio ambiente a se manter mais limpo e menos poluído!

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