Securitizadora x Banco

Securitizadora x Banco

Quando precisamos de dinheiro, o banco é sempre a primeira opção, no entanto, não é a única. Como o mercado está sempre inovando, é possível encontrar alternativas para melhorar as finanças da sua empresa, entre elas, está securitizadora.

Mas afinal, securitizadora ou banco?

Securitizadora x Banco

SECURITIZADORAS:

Criadas na década de 1970, as securitizadoras surgiram com o objetivo de reunir ativos financeiros e não financeiros a fim de tranformá-los em títulos lastreáveis, negociáveis entre diferentes investidores.

A securitizadora funciona como intermediadora da operação entre cedente e investidor. É essa instituição financeira que transforma as dívidas em ativos, que podem ser emitidos como títulos ou valores mobiliários.

Esse processo faz com que os recebíveis securitizados sejam convertidos em valores líquidos ao originador, ou seja, títulos à prazo que se tornam crédito à vista.

Os mais diferentes ativos podem ser negociados. Alguns deles são:

  • Financiamentos de veículos;
  • Leasings;
  • Notas promissórias;
  • Duplicatas;
  • Empréstimos;
  • Recebimentos futuros de cartões de crédito;
  • Entre outros.

Dentre as principais vantagens de se contratar os serviços das securitizadoras estão:

  • Juros mais baixos que os dos tradicionais bancos;
  • Elevada taxa de liquidez;
  • Ser uma excelente alternativa para financiamentos.

O ponto mais atrativo de se trabalhar com as securitizadoras ao invés das tradicionais instituiçoes financeiras, certamente, é baixa taxa de juros, que só é possível graças às garantias envolvidas em suas transições e, consequentemente, a diminuição dos riscos de calote ou não pagamento.

Securitizadora x Banco

BANCOS:

Os bancos oferecem diversos serviços e funções aos seus clientes, possibilitando a capacitação de depósito à vista. Nele, é possível realizar empréstimo para pessoas físicas e jurídicas.

Mesmo ajudando na empresa, existem riscos que podem comprometer suas finanças, o principal são as altas taxas de juros.

Em primeiro lugar, nos bancos e instituições financeiras não ocorre a transferência de riscos, como acontece com na securitização e, por isso, as chances de não receberem os valores devidos são muito maiores. Caso os pagamentos devidos não sejam quitados até a data estipulada em contrato, os mesmos podem ser devolvidos ao seu originador acarretando a devolução do dinheiro aos bancos ou instituições.

Os bancos, além de juros altos também envolvem outras taxas em suas transações. Uma das mais conhecidas é a incidência de Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF).

Além dos pontos citados, uma outra desvantagem dos bancos é a demora e a burocracia envolvidas nas transações, o que acaba deixando as securitizadoras com mais um ponto positivo no placar.

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