O ramo alimentício brasileiro é um negócio que possui, pelo menos, dois lados. Primeiro o alto volume de clientes, uma vez que ofereça produtos de alto consumo. Por outro lado, o risco e dificuldade com o abastecimento, o que pode pôr em risco a atividade do primeiro aspecto. O que justifica isto é o fato de que muitos negócios de alimentos se enquadram no grupo de pequenos empreendimentos. Isso acaba por impossibilitar grandes contratos de compra e venda. Justificando isso, inclusive, a dificuldade de crescimento de lojas do ramo.

Sem dúvidas os contratos de fornecimento não podem ter grande volume. Isto aparenta não ser um grande problema para os comerciantes e acaba sendo menos interessante para quem fornece os insumos. Mas não é bem assim! Não apenas os fornecedores saem perdendo.

Um manual sobre a indústria de alimentos no Brasil

Por isso, se você tem um pequeno ou médio negócio, invista na criatividade e planejamento. Ao contrário, as dificuldades para se manter neste tipo de negócio serão ainda maiores.

Conheça um pouco mais sobre a indústria de alimentos. E, também, as características que podem mais impactar o seu negócio.

A troca de produtos: fornecedores e comerciantes

As empresas que fornecem se dividem em, pelo menos, dois grupos. São eles: fornecedores para grandes empreendimentos e para pequenos. Essas divisões existem em virtude do volumoso número de empreendimentos que vendem alimentos.

Para os grandes fornecedores, o sistema utilizado é o de operadores logísticos. Eles trabalham na tentativa de oferecer soluções que se encaixem nos diferentes tipos de negócio. Essa ferramenta não é encontrada com frequência. Apenas 10% dos negócios alimentícios, no país, se enquadrem nos seus critérios.

Para os pequenos negócios o sistema de fornecimento é atacado e varejo. Só para ilustrar, eles comercializam os produtos em preços a baixo do restante do mercado. E fazem isso já que atendem a maioria dos negócios alimentícios.

E se falando em pequenos negócios…

São eles que têm mais prejuízo no sistema de abastecimento. Afinal, não têm muitas possibilidades de negociação com grandes fornecedores. Assim, a compra de produtos apenas do atacado e varejo impede que esses pequenos negócios cresçam. O contrário aconteceria se eles buscassem contratos com negócios maiores e fizessem parcerias. Se sua empresa faz parte desse grupo, aproveite para conhecer mais sobre como estocar alimentos. E ainda, como evitar o desperdício, problemas que podem se instalar e prejudicar o crescimento do seu negócio.

Sem dúvida é preciso ainda lembrar do transporte para abastecimento dos pontos de venda. Esta é uma questão, muitas vezes, difícil para grandes empresas fornecedoras. Só para ilustrar, isso ocorre em virtude da distância e acesso até os pequenos negócios.

Como fazer crescer o seu negócio?

A – Identifique o porte do seu empreendimento. Compare e analise não só o produto mas também o volume do que pretende oferecer ao público.

B – Profissionalize seu negócio. Aposte em fornecedores que estejam próximos de você e das necessidades da sua empresa. Desde valores para contratos até a ideal frequência de manutenção do estoque.

C – Feche acordos com empresas que possam oferecer alguma segurança à sua. Isso, principalmente para períodos de crise. Abra mão da facilidade. E sentirá os pontos positivos disso quando precisar de uma ajuda para lidar com o aumento no preço de produtos ou escassez deles, por exemplo.

D – Ao mesmo tempo, contrate um eficaz software de gestão. Eles auxiliam na gestão da sua empresa. E ainda otimizam seus recursos e evitam desperdícios. Saiba mais sobre eles aqui.